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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Amália Rodrigues - Nem às paredes confesso


Depois de tantas postagens tendo como tema de fundo a boa terrinha, minha primeira contribuição para a seção SOMmelier não poderia trazer coisa diversa. Uma boa noite portuguesa, regada a vinhos portugueses deixa de ter o encanto lusitano se não se ouvir, pelo menos algumas vezes, a “Rainha do Fado”, Amália Rodrigues. Eis o clásico “Nem às paredes confesso”, na voz da cantora e atriz nascida em lisboa, nos idos de 1920, comumente aclamada como a voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX. De lambuja, foto da Senhora minha mãe à porta da Adega Machado, tradicional casa de fado localizada no Bairro Alto, em Lisboa, bem como da carta deixada pela própria Amália à proprietária da casa.



domingo, 15 de novembro de 2009

CHICO SCIENCE - ETNIA / ANGHEBEN - TOURIGA NACIONAL 2005

Já que esse vinho me fez entrar por um papo de globalização, possibilidades, vinhos que podem ser produzidos em qualquer lugar do mundo, com várias castas, acho justo associar o Angheben Touriga Nacional a essa música do Chico Science.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Constipation Blues - Nero D`avola Antonini Ceresa

Não há muito o que explicar, ouçam a música e entenderão porque não provar o vinho.

RUTINI MALBEC 2006 - HASTA SIEMPRE COMANDANTE CHE

Até pensei em associar essa música ao Vallontano Tannat 2005, mas percebi que se fizesse isso estaria fazendo muito mais em razão da figura de CHE do que pela música. Um vinho extremamente complexo como o Vallontano tem muito a ver com um sujeito que, sendo argentino, adotou Cuba na tentativa de fazer uma revolução que seria o primeiro passo para tentar mudar a história de toda a américa latina. O Vallontano é um vinho brasileiro, mas que podia ser de qualquer lugar do mundo. Mas aqui, temos que tentar associar o vinho a uma música como um todo e não somente a sua letra. Pensei melhor e achei que ela combinaria melhor com o Rutini Malbec. Um vinho harmônico, agradável e com personalidade. No mais, a uva Malbec tem uma grande proximidade com a figura de CHE. Uma uva que saiu do seu país de origem para encontrar sua plenitude e fazer história em outras terras. Um estrangeiro que, de tão bem integrado ao local para onde migrou, fez história naquele país, mudou a história de um país e conquistou o reconhecimento no mundo.

domingo, 1 de novembro de 2009

Nem só de vinho se alimenta a alma

O vinho é alimento. É bem verdade que alimenta mais o espírito que o corpo. Porém, não só de vinho se alimenta a alma. O vinho se torna um prato muito mais completo e nutritivo quando servido com bons acompanhamentos.
Por essa razão, resolvi acrescentar mais duas "colunas" no blog. Na coluna "acompanhamentos" indicaremos alguns livros (não necesariamente sobre vinhos) afinal, o vinho harmoniza muito bem com uma boa sopa de letras.
Já na coluna "SOMmelier" associaremos músicas a vinhos. Se um determinado vinho fosse feito de notas musicais, como seria?
Logicamente esbararremos no problema do gosto, afinal, tudo que for escrito nessas colunas será de acordo com o nosso gosto e, como disse Lawrence Osborne "... aí é que está o problema. Gosto não se aprende em livros; não é transmitido de uma pessoa a outra. Aí reside sua profundidade. Na escola, os mestres tolos, ao falar de poemas dos quais não gostavam, usavam o velho axioma latino: De gustibus non disputandum est - gosto não se discute. E não se explica. O gosto é um coral perverso: transforma-se lenta e inexoravelmente em formas imprevisíveis, justo porque é uma ramificação da própria vida. Adquirir gosto, então, não é resultado de um estudo; é talento para viver a vida" (O connaisseur acidental).
É isso aí.