Depois de tantas postagens tendo como tema de fundo a boa terrinha, minha primeira contribuição para a seção SOMmelier não poderia trazer coisa diversa. Uma boa noite portuguesa, regada a vinhos portugueses deixa de ter o encanto lusitano se não se ouvir, pelo menos algumas vezes, a “Rainha do Fado”, Amália Rodrigues. Eis o clásico “Nem às paredes confesso”, na voz da cantora e atriz nascida em lisboa, nos idos de 1920, comumente aclamada como a voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX. De lambuja, foto da Senhora minha mãe à porta da Adega Machado, tradicional casa de fado localizada no Bairro Alto, em Lisboa, bem como da carta deixada pela própria Amália à proprietária da casa.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Constipation Blues - Nero D`avola Antonini Ceresa
Não há muito o que explicar, ouçam a música e entenderão porque não provar o vinho.
domingo, 1 de novembro de 2009
Nem só de vinho se alimenta a alma
O vinho é alimento. É bem verdade que alimenta mais o espírito que o corpo. Porém, não só de vinho se alimenta a alma. O vinho se torna um prato muito mais completo e nutritivo quando servido com bons acompanhamentos.
Por essa razão, resolvi acrescentar mais duas "colunas" no blog. Na coluna "acompanhamentos" indicaremos alguns livros (não necesariamente sobre vinhos) afinal, o vinho harmoniza muito bem com uma boa sopa de letras.
Já na coluna "SOMmelier" associaremos músicas a vinhos. Se um determinado vinho fosse feito de notas musicais, como seria?
Logicamente esbararremos no problema do gosto, afinal, tudo que for escrito nessas colunas será de acordo com o nosso gosto e, como disse Lawrence Osborne "... aí é que está o problema. Gosto não se aprende em livros; não é transmitido de uma pessoa a outra. Aí reside sua profundidade. Na escola, os mestres tolos, ao falar de poemas dos quais não gostavam, usavam o velho axioma latino: De gustibus non disputandum est - gosto não se discute. E não se explica. O gosto é um coral perverso: transforma-se lenta e inexoravelmente em formas imprevisíveis, justo porque é uma ramificação da própria vida. Adquirir gosto, então, não é resultado de um estudo; é talento para viver a vida" (O connaisseur acidental).
É isso aí.
Por essa razão, resolvi acrescentar mais duas "colunas" no blog. Na coluna "acompanhamentos" indicaremos alguns livros (não necesariamente sobre vinhos) afinal, o vinho harmoniza muito bem com uma boa sopa de letras.
Já na coluna "SOMmelier" associaremos músicas a vinhos. Se um determinado vinho fosse feito de notas musicais, como seria?
Logicamente esbararremos no problema do gosto, afinal, tudo que for escrito nessas colunas será de acordo com o nosso gosto e, como disse Lawrence Osborne "... aí é que está o problema. Gosto não se aprende em livros; não é transmitido de uma pessoa a outra. Aí reside sua profundidade. Na escola, os mestres tolos, ao falar de poemas dos quais não gostavam, usavam o velho axioma latino: De gustibus non disputandum est - gosto não se discute. E não se explica. O gosto é um coral perverso: transforma-se lenta e inexoravelmente em formas imprevisíveis, justo porque é uma ramificação da própria vida. Adquirir gosto, então, não é resultado de um estudo; é talento para viver a vida" (O connaisseur acidental).
É isso aí.
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